Inaugurando a série "Faróis de Portugal", esta moeda, de José João de Brito, presta tributo ao Farol do Cabo de São Vicente, ativo desde 1846.
O design explora a grandiosidade da estrutura e a importância da navegação, destacando a sua emblemática lente de Fresnel e o papel na segurança marítima.
Onde a terra acaba e a luz começa
Situado sobre o imponente promontório de Sagres, o farol do Cabo de São Vicente, erguido em 1846 por ordem de D. Maria II, no extremo sudoeste do continente, é um marco da história marítima portuguesa: está equipado com uma das maiores lanternas em operação no mundo e continua, até hoje, a cumprir a sua missão de guiar navegadores através da escuridão.
Luz que atravessa o tempo
A moeda em prata proof reflete esse papel luminoso através de um design que combina arte e inovação, apresentando um aro translúcido que emite luz eletronicamente, transformando esta moeda num objeto verdadeiramente único.
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José João de Brito
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Nascido em Coimbra em 1941, é escultor e medalhista, formado pela Escola Superior de Belas Artes do Porto e bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Galardoado com o Prémio Teixeira Lopes, é membro da Direção da SNBA e sócio correspondente da Academia Nacional de Belas Artes. Expôs em Portugal, Macau, Bruxelas, Heidelberg e México, e está representado em coleções como o Museu Amadeo de Souza-Cardoso, Casa Fernando Pessoa, Museu da Casa da Moeda e British Museum.
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